sexta-feira, 13 de maio de 2016

Sobre os Muse, no Meo Arena

Ora portanto que o feedback sobre isto demorou. E demorou porque estava numa de não vir para aqui cheia de entusiasmo e ainda exagerar naquilo que tinha sido o concerto dos Muse.
Por isso deixei a poeira assentar sobre as emoções e agora vos digo meus amigos que:

FIQUEI SUPER FÃ DOS MUSE

Vamos começar do início. Mal conhecia a banda e raramente ouvia uma música deles. Quando tocava na rádio nem sabia identificar de quem era. Podem associar isso ao facto de eu ser extremamente inculta a nível musical. Nem quando foi um sururu sobre eles virem ao NOS Alive me despertou interesse, por isso até agora era zero. E então vocês perguntam, mas então como é que foste ao concerto?
Basicamente foi: o meu irmão queria ir, mas a minha mãe não queria que ele fosse sozinho, então eu fui obrigada a ir para ele puder ir, o meu namorado veio comigo para eu não ir sozinha e então fomos os 3 lá baixo ver os Muse porque, o meu irmão os queria ver. Fim.
Compramos os bilhetes em Novembro de 2015. Tão a ver? 42€ cada um. Somos dois que dá 84 e o meu irmão pagou o dele, mais 42. Um estouro, ali antes do Natal. O concerto era só em Maio de 2016. Uma eternidade portanto.
Os Muse, mesmo depois do bilhete comprado continuavam sem me dizer grande coisa. Mas já só se ouvia que os dois concertos que iam dar no Meo Arena estavam esgotados, que nem Beyoncé! Uma loucura. E hoje eu digo-vos

VALEU CADA CÊNTIMO DOS 42€

Descobri que sou uma fã de rock alternativo e/ou/barra progressivo, e que a-d-o-r-e-i o  espetáculo que eles deram. Cheio de luzes e efeitos especiais, com um controlo soberbo de guitarra que nem eu sabia que gostava de ouvir. Houve drones, bolas saltitantes, confetis (delirei nesta parte), muitas imagens a explicar a mensagem que eles querem passar e de notar que tudo ali é pensado ao mais ínfimo pormenor. Foi top! Não tinha bailarinos, não mudaram de roupa nenhuma vez, o baterista nunca saiu da bateria nem por 10 segundos, e o guitarrista sem ser o vocalista tinha um rabinho jeitoso. Eram eles, guitarra, voz e efeitos especiais. Nada mais. E tudo foi brutal.

Estas bolas eram drones que andavam a voar pelo meio do pavilhão consoante as músicas.













Isto foram um balões gigantes que lançaram para o pessoal, e tinham confetis dentro.
Um dos guitarristas estava a tocar sempre no mesmo compasso, à espera que todos os balões rebentassem.
Cada vez que um rebentava o pessoal fazia festa.
Quando o ultimo rebentou começaram  com alto som uma das músicas , aqui toda a gente delirou.
Foi a autêntica comunicação entre o público e a banda.

Aqui a parte dos confetis já pro final.
Fiquei com uma música preferida na cabeça, a Madness, e agora quando tocam na rádio já sei que são eles e como de facto são bons. Foi brutal, eu adorei tudo e espero um dia repetir. Obrigada maninho!

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