quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Subir de nível.

Na altura em que comecei a partilhar vida e casa com o meu futuro marido e pai dos meus filhos, recordo-me na perfeição de que as primeiras compras para a casa a nível de tudo, desde alimentação, detergentes, higiene pessoal e tudo mais eram de marca branca. Foi uma decisão conjunta que não hesitamos um segundo e porquê? Porque íamos à descoberta da vida e dos gastos que implicam vivermos com as contas todas pagas por nós. Sim porque o jantar fora todos os fins de semana, coisa que fazíamos em namorados,  deixa de ser uma realidade (mais ou menos). Por isso íamos testando como ficávamos de finanças ao final de cada mês.

Tenho também muito na minha memória que foi praticamente tudo Auchan, do Jumbo, acho que na altura fiz um snapchat e tudo com a bancada da cozinha cheia de produtos Auchan. Não vos vou mentir, há muita coisa que continua a ser marca branca porque sim, porque gostamos, porque vale a pena, porque não deixa de ser bom, mas há muitas outras coisas que passamos para marcas registadas. 

Produtos de higiene pessoal foi a primeira grande alteração, pasta de dentes, desodorizantes, champôs e essas coisas. São hábitos de uma vida já, e coisas que são muito difíceis mudar porque o teu próprio corpo sente logo essa diferença.
Detergentes, a principal diferença que notei é o aroma. Tanto pela agradabilidade do cheiro como a sua durabilidade. Detergente da loiça, bastou gastarmos dois frascos de marca branca para passarmos para o Fairy numa pinta do caraças! Qualidade.
Bebidas. Coca-cola é coca-cola. Não vale a pena fugir disso.
E depois tudo o que envolve a alimentação em si. Iogurtes, bolachas, ao início muito baratinhos mas não era bem daquilo que gostavamos, e trocamos para os "originais", chocolates, - se bem que eu adoro o chocolate de cereais do Continente -, e uma das diferenças mais notável, o pão de forma! Não há comparação. Bimbo é bimbo!

Houve uma grande evolução a nível de qualidade por assim dizer. Continuamos a usar muita coisa de marca branca, mas muitas coisas que trazíamos da casa dos nossos pais tivemos que manter simplesmente por uma questão de felicidade e lá está, hábito. Não vamos deixar de comer as coisas que gostamos da maneira que gostamos se o é possível. Trabalhamos para isso.

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