terça-feira, 13 de junho de 2017

O dia da primeira comunhão.

Domingo de sol em pleno Junho, altura de comunhões e os Mendes não podiam escapar à saga. O dia da primeira comunhão da nossa princesa. Ela seeempre super tranquila e nada preocupada. A minha mãe comprou o vestido com mais de um mês de antecedência. Prepara tudo antes para não falhar nenhum pormenor. E não falhou.
O dia começou às seis e meia da manhã com marcação para cabelos e maquilhagem. Ou é para fazer a coisa à séria, ou não se faz. Ninguém ficou chocado com a parte das seis e meia? Eu fiquei. Muito. E no dia quase chorei pois só tinha dormido 3 horas devido à noitada do concerto da Aurea nas festas de Santo António. Tal como eu os padrinhos da minha irmã, tinham dormido muito pouco devido a um casamento no dia anterior. Como podem ver, são tudo pessoas com agenda muito preenchida. E nada interessando isto, toda a gente às 10 da manhã estava pronta para a missa. Ponto alto da missa: a segunda leitura lida pela gira da minha irmã. Na minha primeira não me lembro, mas na profissão de fé, também fui uma das que fui ler. Portanto, a tradição mantém-se e eu sou uma pessoa que gosta de manter tradições. O estranho aqui é o imenso orgulho que se sente. Eu agora entendo aqueles pais ranhetas que falam dos filhos infinitamente. É o orgulho. Só é pena que se tornam uns chatos. Mas sendo "apenas" irmã, senti um imenso orgulho da minha, por primeiro, ser linda, e depois fazer um brilharete e ter um papel importante na cerimónia. O meu pai veio a revelar que quando ela terminou a leitura vieram-lhe as lágrimas aos olhos. É a terceira, mas continua a sentir tudo. Puro amor.
No final, houve largada de balões, que nem casamento!
E a tarde, é o que se imagina. Comer e beber até anoitecer.




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